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Dra Daiana Condessa – Oftalmologista Chácara Santo Antonio

O médico oftalmologista é o profissional da medicina especializado no diagnóstico, tratamento e prevenção de todas as doenças relacionadas aos olhos e à visão.

Ele está habilitado a realizar desde exames de rotina para correção de grau (miopia, astigmatismo, hipermetropia) até procedimentos cirúrgicos complexos, como a cirurgia de catarata, cirurgia de correção de grau, cirurgias de retina.  

Além de cuidar de condições diretamente ligadas aos olhos, o oftalmologista pode identificar sinais de outras doenças sistêmicas, como diabetes e hipertensão, que se manifestam na saúde ocular.


Por que a saúde dos seus olhos é tão importante?

Nossos olhos são as janelas através das quais experimentamos o mundo.

Desde o momento em que acordamos até a hora de dormir, nossa visão é fundamental para o trabalho, o lazer e a conexão com as pessoas que amamos.

Por isso, cuidar da saúde ocular não é um luxo, mas uma necessidade essencial para uma vida plena e de qualidade.

Meu nome é Dra. Daiana Condessa Dode e, como médica oftalmologista na Chácara Santo Antônio, Zona Sul de São Paulo, minha missão é ajudar você a preservar esse sentido tão precioso.


Você está procurando por um oftalmologista em SP?

A Dra. Daiana Dode é formada em Medicina pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais e com residência em Oftalmologia pela Universidade de Jundiaí (título CBO e MEC).

Oferece um atendimento oftalmológico diferenciado e humanizado.

Sua consulta é sem pressa e busca uma avaliação integral do paciente.

O processo de consulta é estruturado para garantir segurança e boa orientação, começando com uma escuta atenta para entender queixas e expectativas.

Em seguida, são realizados exames cruciais, como a avaliação da acuidade visual e grau, a medição da pressão ocular (importante para glaucoma) e o exame de fundo de olho/mapeamento de retina (para avaliar o Nervo óptico e a retina).

A Dra. Daiana dedica tempo para explicar detalhadamente o caso, tirar todas as dúvidas e, se necessário, solicitar exames complementares.

Seu objetivo é o cuidado completo, focado em orientação e prevenção.

Com mais 349 avaliações 05 estrelas no Google; a Dra. Daiana sempre busca excelência no resultado e atendimento.

Quando Procurar um Oftalmologista?

Sinais e sintomas de que você precisa de uma consulta oftalmológica.

Fique atento se você apresentar algum dos seguintes sintomas:

  • Visão embaçada ou turva.

  • Dores de cabeça frequentes, especialmente após leitura.

  • Sensibilidade à luz (Fotofobia).

  • Dores nos olhos ou cansaço visual constante.

  • Olhos vermelhos, irritados ou lacrimejando.

  • Visão dupla, flashes de luz ou “moscas volantes”.

  • Dificuldade para enxergar à noite.

  • Se dirigir ou caminhar em ambientes com pouca luz se tornou um desafio, com a visão ficando muito comprometida no escuro, pode ser um sintoma inicial de condições como a catarata ou algumas doenças da retina.

  • Perda súbita ou gradual do campo de visão.

  • Qualquer alteração no campo de visão, como o surgimento de manchas escuras, perda da visão periférica ou central, deve ser investigada imediatamente, pois pode ser um sinal de glaucoma, derrame ocular ou outras condições graves.

Se você identificar um ou mais desses sinais, não hesite em agendar uma consulta.

Pessoa com dor no olho precisando ir ao oftalmologista

Com que frequência devo visitar um oftalmologista?

A frequência ideal varia conforme a idade e o histórico de saúde.

  • Consultas de rotina para crianças: a importância do primeiro exame de vista. A primeira avaliação completa deve ser feita entre 6 e 12 meses de vida.

  • Após isso, consultas anuais são recomendadas para garantir o diagnóstico precoce de condições como estrabismo e ambliopia (“olho preguiçoso”).

  • Check-up oftalmológico para adultos: prevenção é o melhor remédio.

  • Para adultos saudáveis, uma consulta a cada um ano é suficiente. Mas, se tiver outras condições de saúde ou oculares, o médico oftalmologista é que lhe dirá o tempo de retorno.

  •  Cuidados especiais para idosos: o que muda na saúde ocular após os 60 anos? A partir dos 40 anos, a consulta anual se torna indispensável para prevenir doenças como catarata, glaucoma e degeneração macular. Para idosos, o acompanhamento pode precisar ser semestral.

Principais Doenças e Tratamentos Oftalmológicos

Blefarite ou caspas nos cílios

Sente coceira nos olhos? Às vezes o olho amanhece grudado? Ou sente como se estivesse areia dentro dos olhos? Isso pode ser Blefarite ou caspas nos cílios. 

O Que é Blefarite?

Blefarite é uma inflamação crônica das bordas das pálpebras que causa sintomas como coceira, vermelhidão, inchaço e crostas na raiz dos cílios.

As causas incluem infecções bacterianas, doenças de pele como dermatite seborreica ou rosácea, e reações alérgicas.

O tratamento geralmente envolve higiene das pálpebras, compressas mornas, lágrimas artificiais e, em casos mais graves, pode ser necessário o uso de antibióticos ou corticoides tópicos e orais, de acordo com a orientação de um oftalmologista. 

Causas da Blefarite

  • Infecções bacterianas: É uma das causas mais comuns.

  • Doenças de pele: Dermatite seborreica (caspa), rosácea ocular, eczema e psoríase.

  • Reações alérgicas: Pode ser desencadeada por substâncias específicas.

  • Disfunção das glândulas meibomianas: As glândulas que produzem a oleosidade da lágrima podem ficar obstruídas.

  • Fatores ambientais: Exposição a poluentes, maquiagem inadequada ou uso excessivo de lentes de contato. 

Sintomas

  • Coceira e ardor nas bordas das pálpebras

  • Vermelhidão e inchaço nas pálpebras

  • Crostas na base dos cílios

  • Sensação de areia ou corpo estranho nos olhos

  • Pálpebras irritadas 

Tratamento

  • Higiene palpebral: Lavagem regular e suave das bordas das pálpebras com produtos adequados.

  • Compressas mornas: Ajudam a soltar as crostas e a desobstruir as glândulas.

  • Lágrimas artificiais: Para aliviar o ressecamento e a irritação.

  • Medicamentos: Em casos mais graves, um médico pode prescrever antibióticos ou corticoides tópicos (pomadas) ou orais.

  • Controle de doenças associadas: Tratar outras condições como a dermatite seborreica ou rosácea, se presentes. 

Prevenção

  • Higiene adequada: Limpar o rosto, a maquiagem e os óculos ou lentes de contato diariamente.

  • Evitar maquiagem excessiva: Não usar maquiagem perto dos olhos de forma exagerada e evitar compartilhar produtos de maquiagem.

  • Cuidado com procedimentos nos cílios: Avaliar com cautela procedimentos como extensão de cílios, que podem dificultar a higiene da área. 

Pterígio ou Carne Crescida : Queixa oftalmológica frequente

O Pterígio é uma condição ocular comum, frequentemente referida popularmente como “carne no olho” ou “carne crescida”. 

Caracteriza-se pelo crescimento de uma membrana fibrovascular (tecido com vasos sanguíneos) da conjuntiva (a membrana transparente que cobre a parte branca do olho) em direção à córnea (a parte transparente central). 

Embora seja uma lesão benigna, pode causar grande desconforto e, em estágios avançados, comprometer seriamente a visão.

O Que Causa o Pterígio?

A principal causa do pterígio está diretamente ligada à exposição crônica à radiação ultravioleta (UV) do sol.

Por isso, a condição é mais prevalente em pessoas que vivem em regiões de clima quente e em indivíduos que passam muito tempo ao ar livre, como surfistas, pescadores e agricultores, o que lhe rendeu o apelido de “olho de surfista”.

Sintomas do Pterígio

Os sintomas variam de acordo com o tamanho e o estágio de crescimento do pterígio. Nos estágios iniciais, a lesão pode ser assintomática ou causar apenas um incômodo estético.

SintomaDescrição
Irritação e VermelhidãoSensação de ardência, coceira e olhos vermelhos, especialmente após exposição ao sol ou vento.
Sensação de Corpo EstranhoSensação de “areia” ou cisco no olho.
Lacrimejamento ExcessivoO olho tenta se proteger da irritação produzindo mais lágrimas.
Visão EmbaçadaOcorre quando o pterígio avança sobre a córnea, alterando sua curvatura (astigmatismo induzido) ou obstruindo o eixo visual.

Diagnóstico e Tratamento do Pterígio

O diagnóstico do pterígio é simples e realizado por um oftalmologista durante um exame de rotina, utilizando a Lâmpada de Fenda.

O tratamento depende da gravidade dos sintomas e do tamanho da lesão:

1. Tratamento Clínico do pterígio(Casos Leves)

Para pterígios pequenos que causam apenas irritação ocasional, o tratamento é focado no alívio dos sintomas:

•Colírios Lubrificantes: Para manter o olho hidratado e reduzir a sensação de corpo estranho.

•Colírios Anti-inflamatórios: Podem ser prescritos pelo médico para controlar a vermelhidão e a inflamação durante crises de irritação.

2. Tratamento Cirúrgico (Casos Moderados a Graves)

A cirurgia é indicada quando o pterígio:

Afeta a Visão: Ao invadir a córnea e causar astigmatismo ou obstrução visual.

Causa Desconforto Persistente: Quando os sintomas não são controlados com colírios.

Causa Prejuízo Estético: A pedido do paciente.

A técnica cirúrgica mais moderna e recomendada é a Exérese de Pterígio com Transplante Conjuntival Autólogo com cola. 

A Cirurgia e a Recidiva

A principal preocupação no tratamento cirúrgico do pterígio é a recidiva, ou seja, o crescimento da lesão novamente. Historicamente, as taxas de recorrência eram altas.

No entanto, a técnica de Transplante Conjuntival Autólogo (onde um pequeno pedaço de conjuntiva saudável do próprio paciente é usado para cobrir a área de onde o pterígio foi removido) reduziu drasticamente as taxas de recidiva, tornando-se o padrão ouro. 

Ao realizar o Pterígio faço com a técnica com cola e não uso pontos, paciente fica sem dor, sem pontos nos olhos e com menos chance de recidiva do Pterígio.

Meu nome é Dra.Daiana Dode, sou oftalmologista em São Paulo, com mais de 348 avaliações no Google e posso te ajudar com o seu Pterígio

Prevenção: O Melhor Remédio

A melhor forma de prevenir o surgimento ou a progressão do pterígio é a proteção ocular contra os fatores de risco:

•Óculos de Sol com Proteção UV: O uso de óculos de sol de boa qualidade, que bloqueiam 100% dos raios UVA e UVB, é a medida preventiva mais importante.

•Chapéus e Bonés: Ajudam a bloquear a luz solar direta.

•Colírios Lubrificantes: Em ambientes secos ou com muito vento, o uso de lágrimas artificiais pode ajudar a proteger a superfície ocular.

Quando Consultar um Oftalmologista?

Se você notar qualquer crescimento de tecido na parte branca do seu olho, ou se sentir irritação ocular persistente, é fundamental procurar um oftalmologista.

O diagnóstico e o tratamento precoces são essenciais para evitar que o pterígio avance e comprometa sua visão.

Meu nome é Dra.Daiana Dode, sou oftalmologista em São Paulo, com mais de 348 avaliações no Google e posso te ajudar com o seu Pterígio.

 

Calázio e Hordéolo (Terçol): Quando procurar Oftalmologista?

O aparecimento de uma “bolinha” na pálpebra é uma queixa comum nos consultórios oftalmológicos. Na maioria das vezes, trata-se de Calázio ou Hordéolo, popularmente conhecido como Terçol. 

Embora sejam frequentemente confundidos, são condições distintas, com causas e evoluções diferentes, mas que compartilham a mesma origem: as glândulas sebáceas das pálpebras. Este artigo visa esclarecer as diferenças, causas, sintomas e as melhores formas de tratamento para cada um.

Hordéolo (Terçol): A Infecção Aguda

O Hordéolo é a condição conhecida popularmente como Terçol.

É uma infecção bacteriana aguda das glândulas sebáceas das pálpebras (glândulas de Zeis ou de Moll), geralmente causada pela bactéria Staphylococcus.

Causas e Sintomas do Hordéolo

A principal causa é o bloqueio de uma glândula sebácea na pálpebra, e este bloqueio pode levar à infecção por bactéria.   

CaracterísticaHordéolo (Terçol)
NaturezaInfecção bacteriana aguda
LocalizaçãoMais próximo à borda da pálpebra, na base dos cílios (externo) ou dentro da pálpebra (interno).
SintomasDor intensa, vermelhidão, inchaço, sensibilidade ao toque e, frequentemente, a presença de pus.
EvoluçãoTende a drenar e desaparecer espontaneamente em poucos dias ou semanas.

Calázio: A Inflamação Crônica

O Calázio é uma inflamação crônica que se desenvolve a partir da obstrução de uma glândula de Meibomius (glândula sebácea maior, responsável por produzir a parte oleosa da lágrima).

 É, na verdade, um granuloma lipídico (um cisto de gordura) que se forma quando a secreção oleosa não consegue ser liberada.

Causas e Sintomas do Calázio

O calázio pode surgir após um hordéolo que não foi completamente resolvido, mas também pode ocorrer de forma primária devido à Disfunção das Glândulas de Meibomius (DGM) ou associado a condições como a Blefarite e a Rosácea.

CaracterísticaCalázio
NaturezaInflamação crônica (cisto de gordura)
LocalizaçãoMais profundo na pálpebra, longe da borda, como um nódulo ou caroço.
SintomasGeralmente indolor, inchaço localizado, nódulo firme e, em casos grandes, pode causar visão embaçada por pressionar a córnea.
EvoluçãoPode persistir por meses e, se não regredir, pode exigir intervenção.

Tratamento: Compressas Quentes são a Chave

O tratamento inicial para ambas as condições é muito semelhante e focado em medidas conservadoras:

1. Tratamento Conservador (Primeira Linha)

•       Compressas Quentes: Aplicar compressas mornas (não quentes) sobre a pálpebra afetada por 5 a 10 minutos, 3 a 4 vezes ao dia.

•   O calor ajuda a amolecer as secreções e a promover a drenagem do pus (no hordéolo) ou do óleo (no calázio).

•       Massagem: Após a compressa, massagear suavemente a área para ajudar a desobstruir a glândula.

•       Higiene Palpebral: Manter a pálpebra limpa com xampu neutro diluído ou soluções específicas, especialmente em casos de blefarite associada.

2. Tratamento Médico (Quando Necessário)

Se o hordéolo ou calázio não regredir com as compressas e massagens, o oftalmologista pode indicar:

•       Antibióticos Tópicos ou Orais: Apenas para o Hordéolo (Terçol), para combater a infecção bacteriana.

•       Injeção de Corticoide: Para o Calázio, pode ser injetado um corticoide diretamente no nódulo para reduzir a inflamação.

•       Drenagem Cirúrgica: Se o calázio persistir por mais de um mês e for grande, pode ser necessária uma pequena cirurgia para drenar o conteúdo do cisto.

Prevenção: O Segredo é a Higiene

A melhor forma de prevenir o surgimento de calázio e hordéolo é manter uma rotina rigorosa de higiene ocular:

•    Remoção de Maquiagem: Remover completamente a maquiagem dos olhos antes de dormir.

•       Controle da Blefarite: Quem tem blefarite deve seguir o tratamento de higiene palpebral, pois a inflamação crônica das pálpebras é um fator de risco para ambas as condições.

Quando Procurar um Oftalmologista?

 É fundamental procurar um especialista se:

•       O inchaço ou dor 

•       A lesão não diminuir após uma semana de compressas quentes.

•       Houver alteração na visão.

•       O problema for recorrente.

O oftalmologista fará o diagnóstico correto e indicará o tratamento mais seguro e eficaz para evitar complicações.

Meu nome é Dra.Daiana Dode, sou oftalmologista em São Paulo, com mais de 348 avaliações no Google e posso te ajudar.

Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo

Miopia, hipermetropia e astigmatismo são os erros refrativos mais comuns da visão.

Eles ocorrem quando o olho não consegue focar a luz corretamente na retina, resultando em visão embaçada.

A correção desses problemas é fundamental para a qualidade de vida e pode ser feita com óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa.

O que são Erros Refrativos?

A refração é o processo pelo qual o olho desvia a luz para que ela se concentre na retina, a camada sensível à luz no fundo do olho.

Nos erros refrativos, a forma do olho ou da córnea impede que essa luz seja focada precisamente.

1. Miopia (Visão Curta)

A miopia é a dificuldade de enxergar objetos que estão distantes.

• Causa: Ocorre quando o globo ocular é muito longo ou a córnea é muito curva, fazendo com que a luz se focalize antes da retina.

• Sintomas: Visão embaçada de longe, necessidade de apertar os olhos para enxergar, dores de cabeça.

• Correção: Lentes divergentes (negativas) em óculos ou lentes de contato, cirurgia refrativa ou faco-refrativa. 

2. Hipermetropia 

A hipermetropia é a dificuldade de enxergar objetos que estão próximos.

Quando a hipermetropia é moderada e alta, ela também afeta a visão de longe.  

•  Causa: Ocorre quando o globo ocular é muito curto ou a córnea é muito plana, fazendo com que a luz se focalize depois da retina.

•   Sintomas: Visão embaçada de perto e longe, cansaço visual, dores de cabeça, especialmente após leitura ou trabalho de perto.

•  Correção: Lentes convergentes (positivas) em óculos ou lentes de contato ou cirurgia refrativa, cirurgia faco -refrativa.

3. Astigmatismo

O astigmatismo causa uma distorção da imagem em todas as distâncias, tornando a visão borrada ou alongada.

 • Causa: É causado por uma curvatura irregular da córnea (que, em vez de ser redonda como uma bola de futebol, é ovalada como uma bola de rúgbi) ou do cristalino.

• Isso faz com que a luz se focalize em múltiplos pontos, e não em um único ponto na retina.

•  Sintomas: Visão distorcida ou embaçada em qualquer distância, dificuldade em distinguir linhas verticais, horizontais ou inclinadas, dores de cabeça e cansaço visual.

• Correção: Lentes cilíndricas (tóricas) em óculos ou lentes de contato, cirurgia refrativa ou faco-refrativa. 

Formas de Correção

Os três erros refrativos podem ser corrigidos de três maneiras principais:

1- Óculos de Grau: A forma mais comum e simples, utilizando lentes com o poder dióptrico (grau) necessário para redirecionar a luz corretamente para a retina.

2 – Lentes de Contato: Oferecem uma correção mais direta e um campo de visão mais amplo, sendo uma alternativa estética aos óculos.

3- Cirurgia Refrativa (LASIK, PRK): Procedimentos a laser que remodelam a córnea para corrigir permanentemente o erro refrativo, permitindo que a luz se focalize corretamente na retina.

A elegibilidade para a cirurgia depende de fatores como idade, estabilidade do grau e saúde ocular geral.

4-Cirurgia Faco- Refrativa: ocorre a troca do cristalino por uma lente intra-ocular, que corrige o grau para longe, perto e média distância. 


 
Catarata: Principal causa de cegueira na Oftalmologia

Catarata: O que é, Causas, Sintomas e o Tratamento Definitivo

A Catarata é uma condição oftalmológica caracterizada pela opacificação do cristalino, a lente natural e transparente do olho.

Para quem tem catarata, a visão se torna progressivamente nublada, como se estivesse olhando através de uma janela embaçada ou com névoa.

É a principal causa de cegueira reversível no mundo.

O que é o Cristalino e a Catarata?

O cristalino é uma estrutura transparente localizada atrás da íris e da pupila, responsável por focar a luz na retina.

Com o tempo, as proteínas que compõem o cristalino podem se aglomerar, tornando-o opaco e impedindo a passagem da luz, o que chamamos de catarata.

Causas e Tipos de Catarata

A principal causa da catarata é o envelhecimento natural. No entanto, existem outros tipos e fatores de risco:

Sintomas da Catarata

Os sintomas da catarata se desenvolvem lentamente e pioram com o tempo. Os mais comuns incluem:

•         Visão embaçada ou turva, como se houvesse uma névoa constante.

•         Cores desbotadas ou amareladas.

•         Dificuldade para enxergar à noite ou em ambientes com pouca luz.

•         Sensibilidade à luz (fotofobia) e percepção de halos ao redor das luzes.

•         Necessidade de trocar o grau dos óculos com frequência.

•         Visão dupla em um olho (diplopia).

Tratamento: A Cirurgia de Catarata

A catarata não pode ser corrigida com óculos, lentes de contato ou medicamentos.

A única forma de tratamento eficaz e definitiva é a cirurgia. Não existe colírio para o tratamento da catarata. 

A cirurgia de catarata é um procedimento rápido e seguro, geralmente realizado em regime ambulatorial (o paciente volta para casa no mesmo dia).

Como Funciona a Cirurgia (Facoemulsificação)

1.  Anestesia: É aplicada uma anestesia local (colírios ou injeção) para garantir o conforto do paciente.

2.  Remoção do Cristalino: O cirurgião faz uma microincisão (cerca de 2 a 3 mm) no olho. Utilizando uma técnica chamada facoemulsificação, uma sonda de ultrassom é inserida para fragmentar e aspirar o cristalino opaco.

3.  Implante da Lente Intraocular (LIO): Após a remoção do cristalino, uma Lente Intraocular (LIO) artificial e transparente é implantada no lugar.

Esta lente permanece no olho permanentemente e é responsável por restaurar o foco da visão.

A escolha da LIO (monofocal, multifocal ou tórica) é feita pelo oftalmologista em conjunto com o paciente, dependendo das necessidades visuais e da presença de outros erros refrativos (como astigmatismo) e se o quer ficar livre dos óculos após a cirurgia.

Prevenção da Catarata

Não existe uma forma garantida de prevenir a catarata senil, mas é possível retardar seu desenvolvimento com algumas medidas: 

•  Proteção Solar: Usar óculos de sol com proteção UV para proteger os olhos da radiação.

•  Dieta Saudável: Manter uma dieta rica em antioxidantes (frutas e vegetais).

•  Controle de Doenças: Controlar doenças crônicas como o diabetes.

•  Não Fumar: Evitar o tabagismo.

Glaucoma: Resumo de Causas, Diagnóstico e Tratamento

O glaucoma é uma doença ocular crônica que causa danos progressivos e irreversíveis ao nervo óptico, sendo a segunda principal causa de cegueira no mundo.

É frequentemente chamado de “ladrão silencioso da visão” por ser assintomático nas fases iniciais.

1. Causas e Tipos

A principal causa é o aumento da Pressão Intraocular (PIO), que ocorre devido ao acúmulo de humor aquoso (líquido interno do olho) por falha na drenagem.

Essa pressão danifica o nervo óptico.

Tipo Mais Comum: Glaucoma Primário de Ângulo Aberto (GPAA), onde a drenagem é ineficiente.

Fatores de Risco: PIO elevada, idade acima de 40 anos, histórico familiar, etnia (africana/asiática) e uso de corticoides.

2. Diagnóstico

O diagnóstico precoce é vital, pois o dano é irreversível. É realizado por um oftalmologista através de exames específicos:

•         Tonometria: Mede a Pressão Intraocular (PIO).

•         Oftalmoscopia: Examina o nervo óptico em busca de lesões.

•         Campimetria: Avalia a perda do campo visual periférico.

•    OCT (Tomografia de Coerência Óptica): Imagem detalhada do nervo óptico para monitoramento.

3. Tratamento

O tratamento visa controlar a doença e prevenir a perda visual através da redução da PIO. O dano já causado não pode ser revertido.

AbordagemObjetivo PrincipalExemplos
ColíriosPrimeira linha. Reduzem a produção ou aumentam a drenagem do humor aquoso.Análogos de Prostaglandinas, Betabloqueadores.
LaserAlternativa ou complemento aos colírios. Melhora a drenagem.Trabeculoplastia Seletiva a Laser (SLT), Iridotomia.
CirurgiaPara casos não controlados por colírios/laser. Cria novos canais de drenagem.Trabeculectomia, Cirurgias Minimamente Invasivas (MIGS).

Conclusão

A chave para a preservação da visão é o acompanhamento oftalmológico regular e a adesão rigorosa ao tratamento.

Doenças da Retina: Maculopatias, Descolamento e Roturas

A retina é a camada de tecido sensível à luz localizada na parte posterior do olho.

Ela funciona como o filme de uma câmera, convertendo a luz em sinais elétricos que são enviados ao cérebro através do nervo óptico, permitindo a visão.

As doenças que afetam a retina são graves e podem levar à perda de visão permanente se não forem tratadas a tempo.

1. Maculopatias

A mácula é a região central da retina, responsável pela visão de detalhes, cores e pela visão central (necessária para leitura e reconhecimento de faces).

As maculopatias são doenças que afetam essa área vital.

1.1. Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)

A DMRI é a principal causa de perda de visão central em pessoas com mais de 50 anos.

TipoDescriçãoTratamento
DMRI Seca (Atrofia)Forma mais comum. Caracterizada pelo acúmulo de depósitos amarelados sob a retina, chamados drusas, e pelo afinamento da mácula. A perda de visão é lenta e gradual.Suplementos vitamínicos e minerais específicos (fórmula AREDS) para retardar a progressão.
DMRI Úmida (Exsudativa)Forma menos comum, mas mais grave. Caracterizada pelo crescimento de vasos sanguíneos anormais (neovasos) sob a mácula, que vazam fluido e sangue, causando rápida e significativa perda de visão central.Injeções Intravítreas de medicamentos anti-VEGF (Fator de Crescimento Endotelial Vascular) para inibir o crescimento dos neovasos e secar o vazamento.

1.2. Edema Macular

O edema macular é o inchaço da mácula devido ao acúmulo de fluido.

•         Causas Comuns: Retinopatia Diabética (Edema Macular Diabético), Oclusões de Veia da Retina (tromboses), inflamações (uveítes) e complicações pós-cirurgia de catarata.

•         Tratamento: Injeções intravítreas de anti-VEGF ou corticosteroides, e em alguns casos, laser.

2. Roturas Retinianas

As roturas (ou rasgos) na retina são rupturas no tecido retiniano que, se não tratadas, permitem a passagem de fluido para o espaço sub-retiniano, levando ao descolamento.

2.1. Causas e Sintomas

A causa mais comum é o Descolamento do Vítreo Posterior (DVP).

O vítreo, gel que preenche o olho, se liquefaz com a idade e pode tracionar a retina em pontos de maior aderência, causando o rasgo.

     Sintomas de Alerta:

◦         Moscas Volantes (Floaters): Aparecimento súbito de pontos, manchas ou teias de aranha na visão.

◦         Flashes de Luz (Fotopsias): Percepção de luzes ou raios, especialmente na periferia do campo visual.

2.2. Tratamento

O tratamento de uma rotura retiniana é preventivo e urgente para evitar o descolamento.

• Fotocoagulação a Laser: Cria uma cicatriz ao redor da rotura, “soldando” a retina à parede do olho e impedindo a passagem de fluido.

•  Crioterapia: Uso de frio intenso para criar a mesma cicatriz de adesão.

3. Descolamento de Retina

O descolamento de retina é uma emergência oftalmológica que ocorre quando a camada neurossensorial da retina se separa do epitélio pigmentado subjacente.

3.1. Tipos de Descolamento

TipoMecanismoCausas Comuns
RegmatogênicoOcorre devido a uma rotura (rasgo) na retina que permite a entrada de fluido. É o tipo mais comum.Miopia elevada, trauma ocular, cirurgia de catarata prévia.
TracionalOcorre quando membranas fibrovasculares (comuns na Retinopatia Diabética avançada) se formam na superfície da retina e a puxam.Retinopatia Diabética Proliferativa.
ExsudativoOcorre devido ao vazamento de fluido de vasos sanguíneos sob a retina, sem a presença de roturas.Tumores, inflamações ou doenças sistêmicas.

3.2. Sintomas e Tratamento

Os sintomas são os mesmos de uma rotura, mas mais intensos, e evoluem para a perda de campo visual.

Sintoma Característico: Uma sombra escura ou cortina que avança sobre o campo de visão, raio ou flash de luz. 

Tratamento (Cirúrgico): O descolamento de retina requer cirurgia urgente para reposicionar a retina e evitar a perda permanente da visão.

◦ Vitrectomia: Remoção do gel vítreo e injeção de gás ou óleo de silicone para manter a retina no lugar.

◦ Introflexão Escleral: Colocação de uma faixa de silicone ao redor do olho para empurrar a parede ocular em direção à retina.

 Retinopexia Pneumática: Injeção de gás no olho para empurrar a retina de volta ao lugar (usada em casos selecionados).

Conclusão

As doenças da retina, especialmente o descolamento, roturas são condições graves que exigem avaliação oftalmológica imediata.

A detecção precoce de roturas e o tratamento adequado das maculopatias são cruciais para preservar a visão central e periférica.

Pessoas com fatores de risco, como alta miopia ou diabetes, devem realizar exames de fundo de olho regularmente.

Por que devo procurar um Oftalmologista mesmo sem apresentar sintomas oculares?

·   Várias doenças que afetam os olhos não apresentam sintomas.

Por exemplo o glaucoma, é uma doença silenciosa, que leva a cegueira.

Mas, se tratada de forma precoce não leva a perda da visão.

·   Doenças de Retina como roturas, Maculopatias, Degenerações de Retina, tumores podem não apresentar sintomas e evoluir para um descolamento de Retina levando a cegueira.

·   Podemos diagnosticar também doenças sistêmicas através do fundo do olho. Diabetes, Hipertensão arterial pode ser diagnosticada através do exame de mapeamento de retina.

 

Encontrando seu Oftalmologista na Zona Sul de SP

Procurando um oftalmologista na Chácara Santo Antônio, São Paulo?

Para quem mora ou trabalha na Zona Sul de São Paulo, encontrar um atendimento de excelência na própria região otimiza a rotina e facilita o acompanhamento contínuo da saúde visual.

Sou a Dra. Daiana Condessa Dode:  especialista em saúde ocular na região. Com uma abordagem focada no atendimento humanizado e na precisão diagnóstica, ofereço um cuidado oftalmológico completo e acessível.

Em meu consultório na Chácara Santo Antônio, você encontrará uma estrutura moderna e acolhedora para cuidar da sua visão.

Entendo o quanto é frustrante ter algum problema visual e nas consultas vou fazer um check up ocular completo, te examinar com calma, fazer os exames de acuidade visual, medida da pressão ocular, ver o fundo de olho, fazer o mapeamento de retina e tirar todas as suas dúvidas, sem pressa.

Com mais 349 avaliações 05 estrelas no Google; a Dra. Daiana sempre busca excelência no resultado e atendimento.


 

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